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Tempo de planejar

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Quem tem animal de estimação sabe que uma parte das despesas a se colocar na ponta do lápis refere-se a ele. Consultas veterinárias, vacinas, banho, tosa, ração, brinquedos, todas essas coisas, e muitas outras, devem ser levadas em conta na hora de calcular os gastos com o pet. Segundo uma pesquisa realizada em 2015 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), os gastos ao longo da vida de um pet giram em torno de R$ 60 mil! E considerando os tempos de crise em que estamos vivendo, trata-se de um valor relativamente alto.

Claro que algumas despesas são necessárias, e também não estamos dizendo que os tutores não devem gastar com nada além do que é realmente essencial, no entanto, o ideal é fazer um planejamento destes gastos. Planejar é a melhor alternativa para evitar gastos excessivos e também para estar preparado caso haja algum imprevisto.

As dicas abaixo podem ser úteis na hora de planejar as despesas dos animais de estimação.

 

. Faça uma planilha de gastos: O primeiro passo para saber onde é possível economizar é ter uma noção do quanto seu pet custa por mês (ou ano). O ideal é criar uma planilha onde se coloque todas as despesas que o pet tem com alimentação, banho, tosa, consultas veterinárias, brinquedos, produtos, vacinas e afins; isso ajuda a ter um controle mais preciso dos custos e gastos.

 

. Pesquise preços: Comparar os preços é fundamental. Muitos produtos podem apresentar diferenças discrepantes de valores entre si dependendo do local onde são adquiridos.

 

. Tenha uma poupança reserva: Se já possui uma poupança reserva para seus gastos pessoais, então por que não criar uma para o seu pet? Guardar todo mês uma pequena quantia é uma boa alternativa para quando se tem gastos de emergência.

 

. Previna ao invés de remediar: Algumas medidas preventivas não podem ser cortadas da vida do pet, como por exemplo vacinas anuais e vermifugação, pois são elas quem justamente, evitam que o animal adoeça ou venha a ter algum problema mais grave. Despesas com saúde ou tratamentos costumam ser altas, portanto, o ideal é que o pet faça consultas periódicas ao veterinário para se evitar surpresas desagradáveis.

 

. Compre em tamanho maior: Geralmente produtos com embalagens maiores tendem a valer mais a pena que produtos com embalagens menores. No entanto, é importante ficar atento quanto ao prazo de validade do produto e seu armazenamento. Pense se realmente o produto em maior quantidade vale mais a pena (se você sabe que seu pet não consome tudo aquilo, então o melhor é não comprar do grande).

 

. Recicle brinquedos: Se tem uma coisa que os pets adoram são os brinquedos. Vez ou outra comprar um mimo desses para o bichinho não tem problema; o problema é comprar sempre. Uma alternativa viável é fazer você mesmo os brinquedinhos dele; caixas de papelão, garrafas pet, roupas velhas podem servir de matérias-primas para a fabricação de novos brinquedos.

 

. Evite desperdícios: Conhecer a rotina e os hábitos do pet é a melhor forma de se evitar os desperdícios. Por exemplo, com a comida. Se você sabe que seu pet só come em determinados horários, não coloque comida no prato dele nos horários em que você sabe que ele não irá comer, pois a ração pode estragar, o que, consequentemente te obrigará a jogá-la fora. Atitudes simples como essa, mas que muitas vezes passam despercebidas, ajudam muito a evitar desperdícios.

 

. Cuidado com as compras por impulso: Se você está querendo economizar, deve evitar ao máximo comprar por impulso. De nada adianta economizar de um lado e gastar horrores do outro; desse jeito, todo aquele planejamento cai por terra, e suas despesas aumentam consideravelmente.

 

. Tente negociar descontos e avalie promoções: É sempre válido tentar negociar, então, uma boa ideia é tentar negociar desconto nas compras; qualquer valor já é melhor que nada. E, além disso, recomenda-se sempre estar de olho nas eventuais promoções de alguns produtos, principalmente se forem aqueles mais consumidos pelo seu pet.       

Dicas

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    Especialista da Vetoquinol Saúde Animal esclarece os impactos da diarreia e verminoses na saúde e bem-estar dos animais

     

    O sistema gastrointestinal é extremamente importante para a saúde dos pets. Ele garante que os animais recebam através da digestão e absorção dos alimentos, todos os nutrientes necessários para se manterem vivos, ativos e saudáveis. Além disso, ele tem um papel vital na eliminação de resíduos, produção de hormônios, manutenção da flora intestinal, regulação do sistema imunológico e absorção de água e eletrólitos.

     

  • O Brasil tem uma das maiores populações de pets do mundo. São aproximadamente 160 milhões de animais no Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). E esse número continua crescendo. Bom por um lado, maiores desafios sanitários por outro.

     

  • A ingestão acidental de pulgas contaminadas contribui com a disseminação de doenças afetando cães, gatos e os humanos 

     

    A dipilidiose é uma parasitose intestinal que acomete cães e gatos de todas as idades e, raramente, os humanos. Ela é causada pela ingestão acidental de pulgas contaminadas pelo cestoide Dipylidium caninum. O Dipylidium caninum é a tênia que mais acomete os pets, trazendo um impacto importante na saúde dos animais e dos humanos.

     

  • O controle de infestações de pulgas em pets nunca foi tarefa fácil. Por mais que haja produtos específicos eficazes para prevenção e controle, os tutores enfrentam severos desafios com esse ectoparasita. “Trata-se de um problema sério que exige muita atenção. As dificuldades sob o controle do ciclo evolutivo das pulgas e os prejuízos causados pelas infestações têm um impacto negativo tanto para a saúde dos animais de companhia, quanto para a saúde das pessoas”, destaca a médica-veterinária Patrícia Guimarães, promotora técnica de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

     

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