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E a família aumentou!

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O crescimento da família é uma ocasião muito especial para todos nós, e vira as nossas vidas de cabeça para baixo. Para os animais de estimação a situação não é diferente, principalmente porque são eles que, na maioria das vezes, estão ao nosso lado e acompanham as muitas mudanças pelas quais a família vai passando.

Mesmo durante a gravidez o animal já sente que algo diferente está acontecendo. Emoções como alegria, tristeza ou irritabilidade podem dominá-lo, afetando o seu bem-estar e o seu comportamento. Portanto, antes mesmo do nascimento do bebê, é preciso preparar seu cão/gato para que ele saiba como lidar com a nova situação que está por vir.

Estabelecer algumas áreas da casa que serão próprias para o bebê já é uma forma do animal começar a se acostumar com possíveis restrições no futuro.

Bebê chorando e gritando é, muitas vezes, uma pressão sobre o animal de estimação. Acostume-o com essas situações colocando-o em contato com outras crianças, principalmente quando elas choram, porque quando for o seu bebê, ele já estará mais adaptado à situação.

A partir do momento em que a criança nasce, é preciso fazer com que o animal se familiarize com ela. Isso não é difícil e eles podem viver juntos de maneira positiva. O primeiro contato entre ambos é um momento muito emocionante. Deixe que ocorra em silêncio e não afugente o animal, deixe que ele se aproxime do bebê e o cheire, esse é um aspecto muito importante; apenas lembre-se de não o deixar sozinho com o animal (pelo menos não no começo da adaptação).

Além disso, é importante que você continue dando ao bichinho bastante carinho e atenção. Quando for passear com o bebê, por exemplo, leve o pet junto. Proponha o máximo de interações possíveis entre eles; assim, o animal entenderá que agora há mais um membro na família que necessita de atenção e afeto, e isso evitará que ele veja a criança como uma rival.

Dicas

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    Especialista da Vetoquinol Saúde Animal esclarece os impactos da diarreia e verminoses na saúde e bem-estar dos animais

     

    O sistema gastrointestinal é extremamente importante para a saúde dos pets. Ele garante que os animais recebam através da digestão e absorção dos alimentos, todos os nutrientes necessários para se manterem vivos, ativos e saudáveis. Além disso, ele tem um papel vital na eliminação de resíduos, produção de hormônios, manutenção da flora intestinal, regulação do sistema imunológico e absorção de água e eletrólitos.

     

  • O Brasil tem uma das maiores populações de pets do mundo. São aproximadamente 160 milhões de animais no Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). E esse número continua crescendo. Bom por um lado, maiores desafios sanitários por outro.

     

  • A ingestão acidental de pulgas contaminadas contribui com a disseminação de doenças afetando cães, gatos e os humanos 

     

    A dipilidiose é uma parasitose intestinal que acomete cães e gatos de todas as idades e, raramente, os humanos. Ela é causada pela ingestão acidental de pulgas contaminadas pelo cestoide Dipylidium caninum. O Dipylidium caninum é a tênia que mais acomete os pets, trazendo um impacto importante na saúde dos animais e dos humanos.

     

  • O controle de infestações de pulgas em pets nunca foi tarefa fácil. Por mais que haja produtos específicos eficazes para prevenção e controle, os tutores enfrentam severos desafios com esse ectoparasita. “Trata-se de um problema sério que exige muita atenção. As dificuldades sob o controle do ciclo evolutivo das pulgas e os prejuízos causados pelas infestações têm um impacto negativo tanto para a saúde dos animais de companhia, quanto para a saúde das pessoas”, destaca a médica-veterinária Patrícia Guimarães, promotora técnica de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

     

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